A Minha Primeira Vez Com Outra Mulher – Fode-me Catarina, fode-me que me estou a vir.

Estive quatro anos a estudar no Porto. Fui para lá sozinha, mas quando de lá saí trouxe algumas boas amizades. Uma delas foi a Lurdes. Parece que ainda hoje estou a ouvir as palavras dela, quando demos a primeira foda, “Fode-me Catarina, Fode-me que me estou a vir“.

A Lurdes é uma miúda fantástica. gira, bem disposta, bastante sociável e muito discreta. Estava eu um dia numa pastelaria na baixa do Porto quando me chamou à atenção uma morena linda sentada na mesa em frente. Olhei para ela e o meu coração começou a bater de forma acelerada… Nunca tal coisa me tinha acontecido ao contemplar uma mulher. Por coincidência, ao mesmo tempo ela levantou os olhos dos seus apontamentos e olhou para mim e sorriu-me. Ao ver aqueles olhos verdes no meio daqueles longos cabelos castanhos, senti-me corar. Que linda boca. Deu-me uma vontade imensa de a beijar. Um pouco atrapalhada disse-lhe:

– Olá, sou a Catarina.

Ela, com toda a simpatia respondeu.

– Olá, sou a Lurdes. Queres sentar-te aqui?

Aceitei de imediato. Peguei na minha carteira e passei para a mesa dela. Ficámos a conversar por quase duas horas. Fiquei a saber que era de Coimbra e que andava no segundo ano de Economia. Despedimos-nos com dois beijinhos. Aquela boca, aqueles olhos, aqueles cabelos e aquele corpo, deixaram-me com a cona toda molhada. Quando cheguei a casa, masturbei-me com o pensamento na Lurdes. Vim-me umas três vezes, até que caí para o lado e adormeci.

masturbação orgasmo

Uns dias mais tarde voltei aquela pastelaria e, para minha felicidade encontrei de novo a Lurdes. Estava ela na mesma mesa. Assim que me viu, sorriu e ordenou-me que me sentasse. Fiquei logo toda molhada! Bebemos um café e conversamos imenso. Quando voltei para casa, mais uma vez voltei a masturbar-me a pensar na Lurdes!

Durante o ano, encontrámos-nos variadíssimas vezes e acabamos por passar a passagem de ano juntas. Ao longo de parte da noite fomos trocando uns olhares e sorrisos tórridos, sensuais e de desejo. Como que por “magia” por ambas provocada, às 12 badaladas brindámos ao novo ano com o tradicional erguer e bater de taças. Depois, os não menos tradicionais cumprimentos e desejos de bom ano acompanhados com 1 beijinho, ao que nós as duas demos 2, tocando intencionalmente com os cantos dos lábios uma na outra. Posso-vos dizer que fiquei cheia de tesão e com vontade de foder aquela miúda logo ali. Ela ficou com os bicos daquelas fenomenais mamas cheios de tesão, bem evidenciados.

sexo entre duas mulheres

Os olhares e sorrisos continuaram até que, pouco depois das duas da manhã, eu, mordiscando o meu lábio superior, olhei para ela e na direção das casas de banho. Dirigi-me para lá e ela seguiu-me. Já dentro da casa de banho pareceu-me um pouco ansiosa. Mas encostou-se ao lavatório de costas para o espelho, empinou aquelas fantásticas mamas e olhou-me nos olhos e, sem dizermos nada beijámos-nos.

Refugiámos-nos num dos compartimentos da casa de banho, demos um longo e profundo beijo e fomo-nos acariciando. começou a apalpar-me as mamas e tirou-mas para fora do vestido. Depois, beijou-me e lambeu-me os mamilos cheios de tesão enquanto eu lhe subia o vestido e lhe sussurrava ao ouvido “Lambe-me essas tetas todas… Quero que me lambas toda…”. Depois, foi a minha vez. Tirei-lhe aquelas belas mamas para fora do vestido e lambi-lhe os mamilos de uma forma que a Lurdes se contorcia de prazer. Enquanto isso meti-lhe a mão por dentro das cuecas fio dental e enterrei-lhe dois dedos na cona, já toda molhada e bem escorregadia. Enquanto isto a Lurdes ia esfregando a sua cona nos meus dedos e dizendo baixinho “Fode-me Catarina, fode-me que me estou a vir”. Sentia-a a vir-se duas vezes. De seguida sentei-me na sanita, levantei o meu vestido e baixei-lhe a cabeça até à minha cona e ela deliciou-me com um minete fantástico. Vestimo-nos e saímos da casa de banho.

Fode-me Catarina, Fode-me que me estou a vir

Dirigi-me aos nossos amigos para lhes dizer que me ia ausentar e para não esperarem por nós. Saímos e fomos até à casa da Lurdes. Quando lá chegamos, a Lurdes pede-me para esperar um pouco. Passados uns minutos aparece toda despida, apenas com uma cueca fio dental e com dois vibradores na mão! Disse-me:

– um é para mim e o outro é para ti!

Fiquei cheia de tesão. Atirei-me aquelas fantásticas mamas e fui lambendo até chegar à cona. Comecei por lhe acariciar o clitóris, de seguida comecei a lambe-la.

– Ah… Ah… Ah…

– Isso, geme enquanto eu te chupo e lambo esta cona deliciosa!

– Ai, Catarina, que bom! Por favor, mais rápido! enfia-me o vibrador no cu…

Enfiei-lhe a língua toda na cona e enterrei-lhe o vibrador todo no cu. Com a outra mão acariciava-lhe o clitóris, enquanto ela acariciava as mamas.

– Ai… ai… Fode-me Catarina, Fode-me que me estou a vir… Estou-me a vir na tua boca… Lambe-me essa cona toda Catarina, enterra-me esse vibrador todo no cu…

Continuei a lambe-la toda, deliciando-me com o sabor do orgasmo dela. Passados alguns minutos ela pediu-me para invertermos os papeis…

– Catarina, agora deixa-me deitar no chão para me pores essa tua coninha toda na boca para eu lamber e foder…

Coloquei-me de juelhos e de quatro, deichando a minha cona bem na direcção da boca da Lurdes. Ela começou a beijar-me o clitóris e a sugar lentamente. Comecei a ficar cheia de tesão…

– Ah… Ah… Ah…

– Isso Catarina , geme…

– Ai, Lurdes, que bom! lambe-me toda…

– vou-te enfiar o vibrador todo na cona…

A Lurdes Pegou no vibrador e lentamente foi-mo enfiando-o todo na cona.

– Ai, Lurdes… Por favor, enfia-o todo… Fode-me… Fode-me…. Enterra-me esse vibrador todo na cona…

Fodemos que nem umas loucas até de manhã. Eram já oito horas da matina quando lhe disse que me ia embora. Olhou para mim e disse-me “Foi a primeira vez que estive com outra mulher, que loucura”. Sorri-lhe, dei-lhe um beijo nos lábios e sorri.
Antes de abrir a porta da rua disse-lhe “Segredo nosso” e saí.

Não tive um bom caralhão dentro de mim naquela noite, mas tive a língua e o vibrador da Lurdes. Ainda hoje me lembro da sua voz a dizer “Fode-me Catarina, fode-me que me estou a vir!”.

Um comentário

  1. C D Baixinha

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